Carlos enviou uma proposta para um projeto de identidade visual de um escritório de arquitetura e passou três dias naquela ansiedade: Será que viram? Será que gostaram? Será que era caro demais?
Quinta-feira de manhã, olhou pro e-mail enviado e pensou em mandar outra mensagem. Mas não queria parecer desesperado.
— Tem um jeito adequado de fazer isso — falou sozinho, abrindo um bloco de notas.
Escreveu um modelo simples:
"Oi, [nome]! Tudo bem? Só passando pra saber se você conseguiu dar uma olhada na proposta que enviei. Fiquei à disposição pra tirar dúvidas ou ajustar o que precisar. O prazo de validade é até [data]. Abraço!"
Ele ajustou o nome do cliente, removeu colchetes e disparou.
Passou uma hora. Nada. Duas horas. Nada. Ele já estava se preparando pra ouvir um "não" quando o celular vibrou.
"Oi, Carlos! Desculpa a demora. Deu uma olhada aqui e gostei. Podemos marcar uma call pra acertar os detalhes?"
Carlos deu um sorriso bobo pro celular. Follow-up não era importunar. Era lembrar o cliente de que você ainda tava ali, profissional e disponível.
Continua em: 1709 — Como pedir ao cliente mais tempo para entregar um freela complexo?