O sobrinho dela veio dos Estados Unidos com o ensino médio incompleto e precisava continuar os estudos no Brasil. A escola pediu a equivalência de estudos. Ela entrou no site da Secretaria de Educação achando que era um formulário simples. Era um labirinto.
Ela descobriu que o processo variava conforme o estado e se a escola era pública ou particular. A Secretaria de Educação do estado exigia que os documentos fossem traduzidos, autenticados em cartório e reconhecidos pelo consulado brasileiro nos EUA. Além disso, o aluno precisava fazer uma prova de reclassificação para ser alocado na série correta.
Ela tentou resolver online, mas o sistema não aceitava os arquivos — dizia que o formato estava errado. Perdeu uma tarde. No dia seguinte, foi presencialmente na Secretaria de Educação. A atendente foi super solícita e deu a ela uma lista impressa com todos os passos. Em uma semana, estava tudo resolvido.
O erro foi tentar resolver exclusivamente online. Ela aprendeu que o jeito certo de pedir equivalência de estudos é: primeiro, vá à Secretaria de Educação do seu estado ou município e peça a lista completa de documentos. Depois, reúna os documentos traduzidos e autenticados. Protocole tudo de uma vez. O processo pode levar de 30 a 90 dias. Se a escola tiver pressa, peça uma declaração provisória de matrícula enquanto a equivalência é processada. E sempre guarde cópias de absolutamente tudo que protocolar.