O cliente não pagou no primeiro lembrete. Carlos sentiu a ansiedade subir. Deveria mandar outra mensagem no mesmo dia? Esperar uma semana?
Ele criou uma sequência de cobrança: D+1 após o vencimento — lembrete suave por WhatsApp; D+7 — e-mail educado com boleto anexado; D+15 — mensagem mais direta, perguntando se houve algum problema; D+30 — notificação formal.
Testou no primeiro cliente que atrasou. No D+1, o cliente disse "já vou resolver." No D+7, pagou.
Mas para outro cliente, precisou do D+15. Carlos mandou: "Oi, vi que o pagamento ainda não foi processado. Houve alguma dificuldade? Posso ajudar com alguma informação extra?"
O cliente respondeu que o sistema do banco tinha bloqueado a transferência. Carlos enviou os dados corretos, e o pagamento saiu no mesmo dia.
A sequência não era pressão. Era organização.
*Continua em: 1659 — Como negociar o reajuste de valor para freelas recorrentes?*