Carlos já tinha passado pela situação: entregou o trabalho e o cliente disse "não era bem isso que eu queria." A culpa não era do cliente. Era de não ter alinhado antes.
Ele mudou a abordagem. Antes de enviar o orçamento, passou a marcar uma call de vinte minutos só para alinhar expectativas.
— Só para garantir que estamos na mesma página — explicava.
Na call, perguntava: "O que seria um resultado perfeito para você?" e "O que você NÃO quer que aconteça?"
As respostas revelavam medos e desejos que o briefing não capturava.
No primeiro projeto com essa conversa, o cliente disse: "Meu maior medo é parecer amador." Carlos entendeu que o visual era tão importante quanto o conteúdo.
Quando entregou, o cliente se emocionou. Era exatamente o que precisava.
*Continua em: 1657 — Como cobrar o pagamento do freela sem parecer desesperado?*