Carlos sempre tratou o LinkedIn como um currículo online, não como uma ferramenta ativa de prospecção. Até o dia em que um amigo fechou três freelas em um mês só interagindo por lá.
— Você precisa se mostrar, não só estar lá — disse o amigo.
Carlos decidiu testar. Primeiro, limpou o perfil: foto profissional, capa com um resumo visual do que fazia, descrição focada em resultados. Depois, começou a publicar.
Não era sobre aparecer por aparecer. Ele escolheu um tema — desafios de gestão de projetos para pequenas empresas — e passou a postar duas vezes por semana. Um caso prático, uma dica rápida, um aprendizado.
Na segunda semana, um ex-colega comentou. Na terceira, um desconhecido mandou mensagem: "Vi seu post sobre cronograma. Estou precisando de ajuda num projeto. Topa um freela?"
Carlos respondeu no mesmo instante. Marcou uma call, entendeu a demanda e fechou o projeto.
O segredo não era enviar dezenas de mensagens frias. Era construir presença para que as pessoas certas encontrassem ele.
*Continua em: 1621 — Gerenciar escopo de freela*