O contato chegou pelo LinkedIn: "Carlos, vi seu portfólio. Topa um freela para criar o site da minha clínica?"
Carlos abriu o perfil do cara, olhou o briefing que ele mandou e sentiu na hora que não era o tipo de projeto que ele fazia bem. O prazo era curto, o orçamento baixo e o cliente parecia não saber exatamente o que queria.
Antigamente, ele teria aceitado por medo de perder oportunidade. Mas depois de alguns projetos que viraram pesadelo, aprendeu a importância de recusar com elegância.
Digitou a resposta:
"Olá, obrigado pelo contato. Analisei o projeto e, sinceramente, não sou a melhor pessoa para ele. O escopo que você descreveu exige alguém com mais experiência em integração de sistemas, que não é meu forte. Mas conheço dois profissionais que podem atender bem. Quer que eu indique?"
O cliente respondeu agradecendo e pediu as indicações. Carlos passou o contato de dois colegas que faziam exatamente aquele tipo de trabalho.
Perdeu o freela, mas ganhou credibilidade — e os colegas indicados certamente lembrariam do gesto quando surgisse uma oportunidade para ele.
Continua em: 1615 — Como fazer orçamento para um projeto freela?