Ele contratou um seguro de vida pelo banco sem ler as letras miúdas. Quando foi ver, pagava uma fortuna por uma cobertura que não cobria nem metade do que achava. Cancelou e perdeu dinheiro. Ele aprendeu que seguro de vida se escolhe com cuidado: compara coberturas, carências, exclusões e prêmio. Hoje pesquisa em várias seguradoras, usa corretor independente pra comparar opções, e só contrata depois de entender cada cláusula. O mais barato nem sempre é o melhor — mas o mais caro também não. Tem que caber no bolso e cobrir o que realmente importa: proteger a família.