Um cliente grande cancelou o contrato de última hora. A equipe ficou em choque. Alguém começou a espalhar que haveria demissões.
— O clima está péssimo — Carlos contou pra Mariana.
— O que você vai fazer?
— Não sei. Todo mundo está nervoso.
— Líder não pode entrar em pânico junto.
Carlos respirou. Convocou a equipe para uma reunião emergencial. Não escondeu a gravidade:
— Pessoal, perdemos um cliente importante. Isso impacta o trimestre. Mas quero ser claro: não há decisão sobre demissões ainda. Estamos buscando alternativas.
Ele ouviu as preocupações. Não fingiu ter todas as respostas.
— O que podemos fazer juntos? — perguntou.
A equipe sugeriu ações: reduzir custos operacionais, acelerar a entrega de outro projeto, buscar novos leads.
Carlos delegou cada ação. Estabeleceu um check-in diário de 10 minutos para acompanhar o plano de crise.
Em duas semanas, a equipe já via saída. O pânico deu lugar à ação.
— Gerenciar crise na equipe não é sobre ter todas as respostas. É sobre comunicar a verdade, acolher o medo e canalizar a energia para ação. Líder calmo em meio à tempestade é o que ancora o time.
*Continua em: 1341 — Conversar sobre PDI*