Carlos decidiu que ia virar PJ. Mas não sabia como fazer a transição.
Ele ligou para o contador, seu Wilson.
— Wilson, vou migrar de CLT pra PJ. O que precisa?
— Primeiro, abrir CNPJ. Segundo, definir regime tributário. Terceiro, contrato.
— Qual regime é melhor?
— Simples Nacional, anexo IV. Mas depende do faturamento.
Carlos abriu a empresa em três dias. Pegou o certificado digital, assinou o contrato com a empresa.
No primeiro mês como PJ, ele emitiu a nota fiscal e esperou o pagamento.
O pagamento caiu no prazo. Mas veio sem os 5% de ISS retido.
— Wilson, não reteve ISS.
— Você precisa emitir a nota com retenção.
— Como?
— Marca a opção "retido" no sistema.
Carlos ajustou a nota do mês seguinte.
Na hora de pagar os impostos, ele viu que o Simples Nacional tinha um DAS mensal. Menos dor de cabeça que calcular INSS e IRPF sozinho.
— Migrar de CLT pra PJ não é difícil. É burocrático. CNPJ, contrato, nota fiscal, DAS. Se tiver contador, resolve. Se não tiver, vira pesadelo.
Ele fechou o mês com a conta certa e respirou aliviado.
*Continua em: 1228 — Pedir folga*