Carlos montou o plano de desenvolvimento da Priscila. Mas depois de um mês, percebeu que não tinha verificado o progresso.
— O plano virou papel — ele pensou. — Não funciona se ninguém olha.
Ele criou uma rotina simples:
Toda segunda-feira, dez minutos com cada liderado. Perguntas fixas:
— O que fez na semana em relação ao plano?
— O que te travou?
— O que precisa de mim?
Na primeira segunda, Priscila veio:
— Não fiz nada do curso.
— Por quê?
— Sobrecarregada com as tarefas do dia a dia.
Carlos ajustou: reservou duas horas na semana da Priscila exclusivamente para desenvolvimento, sem reunião, sem interrupção.
Na segunda seguinte, ela já tinha avançado.
No fim do trimestre, Carlos revisou o plano com ela. Atualizou metas, celebrou entregas, ajustou prazos.
— Acompanhar desenvolvimento não é cobrar. É lembrar. A correria engole o plano se ninguém revisita. Você não precisa de reunião enorme. Precisa de consistência.
*Continua em: 1197 — Como conversar com corretor sobre prazo de carência?*