Carlos queria crescer na carreira, mas sentia que tinha muitas áreas de conhecimento pela metade.
— Saber um pouco de tudo não me torna especialista em nada — ele pensou.
Ele decidiu fazer uma especialização em análise de dados.
Primeiro, ele pesquisou as opções.
— Pós-graduação, curso livre, certificação internacional?
Ele conversou com a Renata, que já tinha especialização.
— Pós-graduação te dá base teórica. Curso livre te dá ferramenta prática. Certificação comprova conhecimento.
— Qual você recomenda?
— Depende do seu objetivo. Se quer mudar de área, pós-graduação. Se quer se destacar na mesma área, certificação.
Carlos queria se destacar. Escolheu uma certificação em análise de dados com Python.
Ele se inscreveu. O curso tinha três meses e um projeto final.
— Não é fácil — a coordenadora avisou. — Precisa de dedicação.
Carlos montou uma rotina de estudos.
— Duas horas por dia, de segunda a sexta. Sábado, revisão.
Na terceira semana, ele pensou em desistir. O conteúdo era denso.
— Por que estou fazendo isso? — ele se perguntou.
— Porque você quer sair do genérico — ele respondeu.
Ele seguiu.
No final do curso, ele entregou o projeto: um sistema de previsão de vendas usando machine learning.
Passou na certificação.
— Agora você é especialista — a Renata disse.
— Tenho certificado, mas especialista de verdade é quem aplica. O certificado é só o começo.
Ele atualizou o LinkedIn, o currículo e o portfólio com a nova conquista.
Em duas semanas, recebeu duas propostas de emprego.
— Especialização não é garantia de vaga. Mas abre porta que antes estava fechada.
*Continua em: 1059 — Como escrever e-mail de demissão profissional?*